sexta-feira, janeiro 27, 2006

Boas Noticias I

Litoral com inventário de construções para demolir

Proposta Traçada estratégia para zona costeira, com critérios idênticos de norte a sul Alguns programas de ordenamento da orla carecem de revisão

Continua

Scientist of the University of Lisbon, Portugal, is coordinating the international scientific mission to study the Antartic's permafrost and climate variations

Diário de Campanhã

Grupo da Malásia quer investir 100 milhões de euros em Portugal

O grupo de energia da Malásia Agni pretende investir mais de 100 milhões de euros em Portugal através de um projecto industrial e de investigação e desenvolvimento virado para o desenvolvimento das pilhas de hidrogénio, biogás e valorização da biomassa.

continua

França admite usar armas nucleares contra ataques terroristas

O Presidente francês, Jacques Chirac, declarou hoje que a França reserva-se o direito de responder de forma "não convencional", nomeadamente nuclear, aos "dirigentes de Estados que usem meios terroristas" contra o seu país.

continua

Governo vai anunciar concurso para a biomassa

O Ministério da Economia deverá anunciar, hoje, o lançamento do concurso para a atribuição de 100 megawatts (MW) de potência em biomassa, o que permitirá criar pelo menos 10 centrais de geração.

continua

Caixa-forte do Dia do Juízo Final para evitar a fome mundial

Dentro de uma grande sala de betão, esculpida numa montanha de uma ilha gélida, apenas a mil quilómetros do pólo Norte, pode estar o futuro da humanidade. A sala é a “Caixa-forte do Dia do Juízo Final”, destinada a depositar dois milhões de sementes representando todas as variedades de colheitas do mundo. Está a ser construída para salvaguardar o fornecimento de comida no mundo face a uma guerra nuclear, alterações climáticas, terrorismo, subida dos níveis da água, terramotos e posteriores quedas dos fornecimentos de electricidade.

continua

quarta-feira, janeiro 25, 2006

Erva da Semana XX: De que falamos em 2005

De que falamos em 2005?

Ao longo do tempo fui deixando aqui algumas ideias que, de uma forma geral, fazem parte de uma ideia mais global, de uma nova concepção e diferente organização da forma como vivemos e estamos organizados.

Na base destas ideia está um conceito de descentralização, porque só descentralizando hoje é possível aumentar a eficiência energética.

Como primeiro ponto de esclarecimento, devemos manter bem presente o seguinte; tudo é energia. Aquilo que comemos, o que vestimos, os livros, os carros, a gasolina, os brinquedos dos nossos filhos, o conforto das nossas casas, etc…tudo isto equivale a energia. Energia gasta para produzir os bens que temos, energia gasta para extrair a matéria-prima da natureza, etc, etc.

Por isso a ideia de descentralização é simples de compreender. Se vivermos no Porto e tivermos um sistema que nos obriga ir a Lisboa tirar um Bilhete de Identidade, obviamente a quantidade de energia gasta é superior àquela que seria necessária se o Bilhete de Identidade for tirado no Porto.

Esta ideia simples é de fácil compreensão porque temos mais facilidade em visualizar a maior necessidade de energia caso tenhamos de nos deslocar para ir a Lisboa tirar um Bilhete de Identidade. Mas, isto funciona a quase todos os níveis que possamos imaginar.

Exemplos:

Necessita-se de menos energia se preferirmos produtos hortícolas locais em vez de produtos hortícolas originários de outros países.

Necessita-se de menos energia se preferirmos o recurso a fontes energéticas locais para a produção de electricidade, como o caso do vento, do sol, das ondas, da biomassa em vez do petróleo.

Necessita-se menos energia se o percurso de transporte de electricidade for menor, ou seja se a produção estiver mais próximo do destinatário final.

Enfim, necessitamos invariavelmente de uma menor quantidade de energia sempre que encurtamos a distância entre o produto e o consumidor, a produção e o fornecimento, entre o trabalhador e o local de trabalho, etc… Quero com isto dizer que o sistema actual, com forte tendência de centralização, provoca um aumento da distância entre nód e os bens que necessitamos no dia-a-dia. São necessários sistemas complexos de logistica, armazenamento, distribuição e fornecimento para que todos os bens cheguem às pessoas e isto custa uma enorme quantidade de energia.

Por entre outros artigos da Erva da Semana já aqui falamos sobre esta ideia de que é necessário descentralizar e tirar o máximo partido das novas tecnologias. Haverá ainda muito a ser escrito e a ser discutido, entretanto ficam aqui alguns dos artigos que este Blog escreveu que vão de encontro a esta ideia de descentralização.

- Gestão de águas residuais descentralizada Erva da Semana I

- Diversificação e descentralização da produção de energia eléctrica, Erva da Semana II e Erva da Semana VII

- Descentralização do local de trabalho, Erva da Semana III

- Consciencialização da sociedade para a relação, estilo de vida – energia, Erva da Semana XV e Erva da Semana XVII,

- Aproveitamento tecnológico para aumento da eficiência energética, Erva da Semana XIII

Também é verdade que nem tudo passa por descentralizar. É o caso dos transportes, neste caso, convém centralizar. Mas isso será assunto numa outra semana. Por agora fica apenas este pequeno apanhado do ano 2005, em que de alguma forma o tema forte foi a descentralização.

quarta-feira, janeiro 18, 2006

Cheguei

30

SECA - Quercus quer contempladas cinco prioridades no Plano para o Uso eficiente da Água

Como forma de mostrar o muito que há para fazer em matéria de poupança de água, a Quercus apresenta cinco prioridades que à escala nacional (e não apenas nos municípios com maior dificuldade) deverão ser estabelecidas com urgência e que resultam de medidas do Programa Nacional para o Uso Eficiente de Água:

. Os cidadãos devem começar a receber informação sobre como podem poupar água com a sua factura de água.

. É necessário dar aos consumidores informação sobre onde comprar dispositivos para reduzirem os caudais ou até a sua compra está a ser comparticipada ou os dispositivos oferecidos.

. Cada entidade gestora deve anunciar as perdas de água no seu sistema de abastecimento, identificar as razões e mostrar o progresso.

. As estações de tratamento de águas residuais têm de ter tratamento adequado e ser preparadas para fornecer água para outros usos.

. É preciso mudar a tarifação da água, reflectindo a dimensão do agregado familiar e penalizando fortemente os grandes consumos.

Informação retirada do site Naturlink link directo para artigo sob titulo.

terça-feira, janeiro 17, 2006

Erva da Semana XIX: Quando a Chuva Seca

Estamos em Janeiro, está frio e o dia é invariavelmente seco.

A chuva cai de vez em quando é verdade, e por isso talvez seja uma chuva que traz consigo o perigo da ilusão. Não se iludam, porque na verdade tem chuvido pouco, muito pouco mesmo se considerarmos o anos de seca severa que tivemos em 2005.

Os dois artigos saídos hoje no Publico e Jornal Noticias são um sinal claro de que o problema da água existe e continuará a existir.

A ONU já declarou que o maior problema ambiental deste século será a água e Portugal, quer queiramos quer não encontra-se numa zona sensível e susceptível a períodos de seca. É nesse sentido que devemos pensar o que fazer quando a chuva seca. Temos de alterar hábitos e erradicar a ilusão de sermos um pais onde a água abunda.

A verdade é que neste período de Inverno os valores de precipitação continuam abaixo dos valores médios das últimas seis décadas, mesmo apesar de existirem algumas regiões onde a precipitação ultrapassou a média esta não é suficiente para compensar o período de seca verificado no ano de 2005.

Como o slogan do “Ponto Verde”, poupar água toca a todos, e parece-me positivo que noticias como as de hoje no JN e Publico sejam publicadas em pleno mês de Janeiro.

Cabe no entanto às pessoas disponibilizarem-se para participar num consumo de água mais eficiente.

Como economizar:

1-Lave apenas o carro quando este estiver realmente sujo, (perca o preconceito da imagem)

2 – Reduza o volume de água do seu autoclismo

3 – Tome duches rápidos

4 – Tente aproveitar a água de lavar legumes para regar plantas

5 – Aqueça a água numa chaleira em vez de esperar que ela saia quente da torneira.

6 – Se tiver possibilidade, recolha a água da chuva, encaminhando-a do seu telhado para um tanque ou recipientes. A água poderá ser usada para regar.

Existem muitas formas de poupar água, cabendo a cada um também encontrar outras formas de economizar, todos os dias, a toda a hora e independentemente onde esteja.

Ajude a poupar água, ajude a que a água não seja um tema do futuro.

quinta-feira, janeiro 12, 2006

Cavaco Silva defende reinício da discussão sobre energia nuclear

Aqui está o sinal que esperava.

Cavaco Silva defende a discussão sobre a energia nuclear.

Isto traduzido por míudos, quer dizer que Cavaco Silva denfende as politicas de investimento elevado, acessivel só aos detentores de muito Capital.

Quer isto dizer que que defende a criação de grandes empresas, as mesmas que retiram espaço à proliferação de pequenas e médias empresas, as mesmas que facilmente constituem uma realidade de monopólio e impedem a criação de sistemas competitivos.

São também os investimentos de milhões de euros, que na relação investimento-postos de trabalho, menos emprego criam.

Afinal está aqui um sinal claro, de quem é Cavaco Silva.

Mas não é isto que o pais precisa.

Precisamos de incentivar os portugueses a serem empreendedores, a desenvolverem pequenas e médias empresas, altamente qualificadas, dinâmicas e competentes.

Só assim é que num pais de pequena dimensão como Portugal, situado na periferia da Europa, é que podemos criar uma economia altamente competitiva e onde proliferem as oportunidades de trabalho.

Por cada grande empresa que se crie neste pais, esta-se a retirar trabalho a milhares de portugueses.

Não é difil de perceber agora, pois não?

Erva da Semana XVIII: Nuclear Zone

Bem sei que a erva da semana tem violado consecutivamente a suposta regularidade semanal.

A razão, passa por uma fase de mundança.

Mudança profissional, mudança de residência, criação de um projecto próprio, investimento de tempo e dinheiro numa nova fase da vida.

Por isso tudo não tem sido possivel dedicar o tempo desejado a este Blog.

Mas sempre posso simplificar as coisas e utilizar um pouco mais a imagem como elementos que levam à reflexão sobre o mundo que queremo e procuramos ter.

Atravéz do Blog Quinta do Sagarçal fui dar ao site International Nuclear Safety Center.

Para quem possa não ter a noção da presença nuclear no Mundo é bom que olhe bem os mapas aqui deixados.

Centrai Nucleares no Mundo

Centrais Nucleares na Europa

Se fizermos uma contabilização por pais verificamos o seguinte, (só contabilizados os reactores operacionais).

Espanha: 9 reactores; França: 58 reactores; Reino Unido: 35 reactores; Bélgica: 7 reactores; Alemanha: 19 reactores; Holanda: 1 reactor; Suiça: 5 reactores; Eslovenia: 1 reactor; Bulgária: 6 reactores; Roménia: 1 reactor; Hungria: 4 reactores; Eslovaquia: 4 reactores; República Checa: 4 reactores; Suécia: 12 reactores; Finlândia: 4 reactores; Lituania: 2 reactores; Ucrânia: 15 reactores;

TOTAL DE REACTORES OPERACIONAIS NA EUROPA* = 187

* Não incluimos a Russia nesta contabilização por esta ser em grande parte Ásia, no entanto só na Russia existem mais 30 reactore operacionais, sendo que a sua grande maioria se encontra na parte ocidental da Russia, ainda dentro do Continente Europeu.

Certamente os defensores da solução nuclear dizem logo: "Mais uma prova que nuclear é seguro, tantos reactores e tirando Chernobyl nunca houve nenhum acidente mais grave."

Eu sendo contra, argumento com um pensamento simples da matemática. "Quanto maior o número de reactores maior a probabilidade de um dia algo falhar".

É preciso ver que grande parte destes reactores se encontram na Europa Central, bem no Centro do Continente e em paises bastante populosos, como a França e a Alemanha.

Por isso aquilo que hoje temos é uma espécie de bomba atómica sob controlo, embora ninguém, nem mesmo os melhores engenheiros nos possam dar a garantia de que nunca se passará algo.

Dizem apenas que o risco é minimo e que tudo é feito para que o risco seja infimo, no entanto esse risco corremos todos os dias, inconscientemente, sem termos sido consultados.

Esta não é uma questão nacional, é uma questão internacional, uma questão sem fronteiras...e eu simplesmente, não me importando de viver com o risco natural inerente à condição de estar vivo, perferia não ter o risco de um dia assistir a uma catastrofe nuclear.

A Água do Imaginário da Urbanidade

Mais um artigo de excelência do Prof. Jacinto Rodrigues, publicado no Blog Desenvolvimento Ecológicamente Sustentável

quarta-feira, janeiro 11, 2006

Consultoria On-Line

O portal Naturlink reactivou e remodelou o serviço Consultor do Ambiente, passando a contar com uma rede de mais de duzentos técnicos e investigadores da área do ambiente e gestão de recursos naturais para responder às suas questões.

segunda-feira, janeiro 09, 2006

Paulo Malekith Rema

Biografia

Paulo Malekith Rema nasceu em 18 de Abril de 1974 no Porto, bem junto ao Rio Douro. Trabalha num Banco desde 1997.

Dedicado escritor desde os dez anos, cultiva sentimentos profundos numa escrita transparente, intimista e ingenuamente sincera. Experimentou áreas díspares como os contos, o romance e a poesia. Para quem a alma humana é musa sempre presente, é nas personagens comuns do dia-a-dia que redescobre o sentido de uma vida nem sempre fácil.

O seu livro O Coleccionador de Palavras é seguramente um marco na escrita contemporânea portuguesa enquanto procura perseverante da verdade emocional e de sentimentos muitas vezes inexplorados.

Bibliografia

O Coleccionador de Palavras saber mais

Sinopse...

Neste seu primeiro livro, Paulo Malekith Rema oferece-nos um conjunto de contos soberbamente escritos e de uma acutilância notável. Com uma tremenda agilidade discursiva e através de frases curtas e incisivas, este contador de estórias aborda os mais variados temas: a rotina quotidiana, a miséria, a solidão, o sofrimento, a morte, o desejo, o amor...

Crítica...

José Lello

Livro aconselhado por José Lello* a Marcelo Rebelo de Sousa na Revista Única (Jornal Expresso) de 17 de Dezembro de 2005

*Vice Presidente da Assembleia Parlamentar da Nato, ex-Ministro da Juventude e do Desporto

(toda a informação do site: www.penaperfeita.com)

quinta-feira, janeiro 05, 2006

Europa polui de mais

Artigo no JN de 05.01.2006 por Eduarda Ferreira

Famílias Gastos de energia vêm aumentando, sobretudo com climatização e equipamentos de última geração Embalagens terão mais peso no ambiente pelo tipo de alimentação rápida

A Europa está a gastar de mais o seu ambiente e o de outras regiões do Mundo em tudo o que diz respeito à alimentação, habitação, transportes e turismo. As despesas domésticas em que estes factores se incluem cresceram, desde 1990 até 2002, em cerca de um terço por pessoa nos 15 países da União Europeia (UE), ainda que Portugal seja aqui o mais humilde (sete mil euros/ano, contra os 16 mil em França).

A tendência geral leva, contudo, a Agência Europeia do Ambiente (AEA) a lançar alguns alertas no seu último relatório ainda que o impacto ambiental de cada agregado seja pequeno face às actividades produtivas, os milhões de lares europeus contribuem muito para problemas ambientais, como as alterações climáticas, a poluição do ar e da água, os resíduos e a ocupação dos solos.

O dobro em 2003

Em média, cada pessoa da Europa dos 25 tem um consumo anual directo de 16,5 toneladas de produtos, diz o relatório da AEA, advertindo também para que a tendência vai no sentido de um aumento das despesas domésticas para o dobro, em 2030. Os nossos padrões de consumo têm vindo a mudar, admite-se no documento, que lembra o papel das escolhas individuais na preservação ambiental.

Tendências já no terreno, indicam maiores gastos em viagens, na compra de segundas casas e na saúde, estando este último factor relacionado com o aumento da população.

Cerca de um terço do total do impacto ambiental causado pelos agregados tem a ver com a alimentação e bebidas. E aí estão incluídos impactos causados pela emissão de gases com efeito de estufa pelo gado, os impactos na água e os directamente provocados pela indústria de transformação e pela agricultura.

Os lares europeus dos 15 contribuem com 10% das emissões de CO2 (dióxido de carbono) e isto revela já o aumento nos consumos de energia dos últimos anos, particularmente com a climatização das casas.

O aumento do número de electrodomésticos e equipamentos electrónicos é também responsável por isto. Por outro lado, cresce a tonelagem de resíduos recolhidos pelos municípios, bem como o volume de materiais provenientes de demolições, de embalagens e de equipamentos como os computadores.

Amigos do ambiente

Muitos destes impactos negativos, considera a AEA, poderão ser atenuados através de medidas legais e de informação aos consumidores, para que estes adoptem comportamentos mais amigos do ambiente. No entanto, há tendências como a da maior mobilidade e o turismo que dificilmente podem ser contrariadas. Cerca de 60% das chegadas internacionais de turismo convergem para a Europa, sobretudo para a região do Mediterrâneo, e o tráfego aéreo está a crescer muito mais que as economias, contribuindo em muito para a emissão de gases com efeito de estufa. Uma maior eficiência na produção, com menores gastos de água, energia e outros recursos, não tem bastado para compensar o aumento dos consumos dos europeus .

terça-feira, janeiro 03, 2006

Stats: Evolução Mensal

Comunidade Portuguesa de Ambientalistas
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