quarta-feira, julho 27, 2005

Solariso Contra a Solução Nuclear

Mais uma vez encontra-se online uma sondagem sobre a construção de uma central nuclear em Portugal.

A Sondagem está disponivel no site Portal Ambiente Online.

Mesmo que a sondagem tenha pouco significado, não deixe passar a oportunidade de expressar a sua vontade de preservar Portugal sem Centrais Nucleares.

DIGA NÃO AO NUCLEAR

Para os que ainda vão tendo dúvidas fica aqui uma lista de alguns acidentes:

1952 Dec. 12, Chalk River, nr. Ottawa, Canada
1957 Oct. 7, Windscale Pile No. 1, north of Liverpool, England
1976 nr. Greifswald, East Germany:
1979 March 28, Three Mile Island, nr. Harrisburg, Pa.:
1986 April 26, Chernobyl, nr. Kiev, Ukraine
1999 Sept. 30, Tokaimura, Japan
2004 Aug. 9, Mihama, Japan

O Blog Solariso disponibiliza informação sobre os consumos de água de diferentes tecnologias de produção de electricidade. Numa altura em que se fala em poupar água...

Fonte: http://www.rmi.org/

No artigo 4º da Lei de Bases do Ambiente, Lei N.º 11/87 de 7 de Abril,

Objectivos e Medidas A existência de um ambiente propício à saúde e bem-estar das pessoas e ao desenvolvimento social e cultural das comunidades, bem como à melhoria da qualidade de vida, pressupõe a adopção de medidas que visem designadamente:

...

h) A definição de uma política energética baseada no aproveitamento racional e sustentado de todos os recursos naturais renováveis, na diversificação e descentralização das fontes de produção e na racionalização do consumo;

- Realço a negrito as partes que considero importantes que se faça uma reflexão.

A energia nuclear baseia-se num minério, logo não é uma energia renovável. Desta forma é legitimo por em causa a racionalidade e sustentabilidade de uma central nuclear. Também segundo a alinea h) da nossa Lei de Bases do Ambiente deve-se previligiar a descentralização, parecendo-me que a construção de uma central nuclear capaz de produzir cerca de 30% da energia nacional seja um processo de centralização do que antes de descentralização.

Fica aqui mais uma nota que considero relevante para que não se construa uma central nuclear, desta vez com argumento da legislação portuguesa.

quinta-feira, julho 21, 2005

Erva da Semana V: O Ministério das Pocinhas de Água

Como já ouvi dizer em tempos o Ministério do Ambiente é o ministério das pocinhas de água. A pessoa que proferiu estas palavras teve a intenção de manifestar que o ministério do ambiente é ouvido por todos, é falado por todos, mas ninguém leva nada muito a sério. Está lá porque assim convém, como se existisse, mais por necessidade do que por vontade.

O Governos assumiu funções à mais de 100 dias, numa altura em que já se começava a recear a seca que se avizinhava. Desde essa altura a seca agravou-se e os incêndios multiplicaram-se. Vi o Sr. Ministro Jaime Silva no telejornal a visitar agricultores, a ir a Bruxelas, a dar entrevistas, enfim…vi o Sr. Ministro a enfrentar problemas, à procura de soluções. Poderia compreender esta exclusividade do Sr. Ministro Jaime Silva se o problema da seca fosse apenas um problema dos agricultores e de igual modo o dos incêndios, mas não é.

A Seca e os incêndios são um problema de todos os portugueses, tanto para a nossa economia, como para a nossa qualidade de vida, podendo mesmo ter consequências a nível da saúde pública.

Com os níveis das barragens no mínimo e devido às altas temperaturas têm morrido toneladas de peixe. Esta mortandade pode ter várias explicações, sendo que a mais plausível será a baixa disponibilidade de oxigénio na água.

O consumo de água não baixa, pelo contrário as pessoas gastam mais águas. Os carros brilham nas estradas portuguesas para minha agonia. Os jardins das cidades e vilas continuam a ser alegremente regados, enchem-se piscinas e vive-se como se nada fosse connosco.

O Ministério do Ambiente assiste a isto numa serenidade irritante e atrasa o seu aparecimento estupidamente. Gostaria de saber o que faz afinal o Sr. Ministro que não se digna a falar aos portugueses, a lhes dizer que medidas estão a ser tomadas, o que estão a fazer no ministério. Desconfio que se dorme a cesta à moda de Mário Soares.

Se há ministério que tenha apresentada uma baixa produtividade relativa à urgência dos actuais problemas de seca e fogos florestais, então esse ministério terá obrigatoriamente de ser o ministério do ambiente.

Mas existem outros problemas também eles de grande urgência para os quais o ministério mais uma vez apresenta uma preocupante inércia. Temos como casos graves a situação do ICN e da SIMTEJO, sendo que aqui os problemas são de ordem financeira. Por outro lado temos os problemas dos resíduos e aqui o problema é técnico.

Mas poderíamos continuar, com suiniculturas, os elevados níveis de ozono, as antigas minas, etc…

Muita urgência e pouca actividade, esta é a minha conclusão sobre os primeiros meses do ministério do ambiente. A única medida que considero positiva foi a do plano de investimento na energia eólica, no entanto terá que ficar bem claro que considero esse plano insuficiente, ou tímido, se não houver um plano nacional de aproveitamento da energia solar por painéis fotovoltaicos à semelhança do plano alemão. Sobre este assunto já deixei claro no meu Artigo; "Erva da Semana II: A Quem Pertence o Sol", qual a minha convicção. Não posso obviamente esquecer o aproveitamento energético através da valorização de matéria orgânica, biomassa, energia das ondas, biodisel entre outras, para que realmente nos possamos tornar mais independentes do petróleo e carvão. Mas também como tem sido defendido no Blog Estragos da Nação, há também a necessidade de apostar na melhoria da eficiência e redução do consumo de energia. Isto implica adesão a transportes públicos e melhoramento dos seus serviços, adesão a equipamentos eléctricos que consumam menos energia, sensibilização e educação, melhor qualidade na construção, etc…

Segundo o site do Ministério do Ambiente as iniciativas do Ministério até este momento foram as seguintes:

30 de Maio 2005 Relatório Quinzenal da Comissão para a Seca

4 de Junho 2005 Comemoração do dia Mundial do Ambiente

Estas são as informações do site do ministério do ambiente quanto à iniciativas até agora levadas a cabo. Sinceramente parece pouco, parece mesmo que não é nada. Mas para não ser muito cruel devemos mencionar ainda a iniciativa do Sr. Ministro de anunciar que vai apresentar no final do ano um plano para o ambiente e saúde.

Dada a forma como este Governo iniciou as suas funções, tomando algumas medidas simbólicas e de alguma eficácia, esperava eu muito mais do ministério do ambiente. Principalmente na toma de medidas para o controlo do consumo de água. Para o controlo do consumo de água, julgo eu que já há semanas que faria sentido a racionalização, isto é disponibilizar água apenas em algumas horas do dia, nas zonas mais afectadas.

A nível nacional, desde o início que se justificam medidas de contenção no consumo de água na manutenção de espaços verdes, a proibição de lavar carros e de encher piscinas privadas seriam medidas a tomar. Justifica-se ainda há muito tempo uma forte campanha de sensibilização em horário nobre e em todos os canais da televisão pública, e não como o programa Ponto Verde que dá só no Canal 2 que quase ninguém vê.

Escrevo e não me apetecia parar, por são tantas as coisas que me vão surgindo. Mas estou triste e preocupado, porque passo na rua, olho os outros e denoto egoísmo e falta de responsabilidade civil e um ministro do ambiente fechado no seu gabinete sem falar com os portugueses.

quinta-feira, julho 14, 2005

Erva da Semana IV: Consciência Ambiental

Escrevo de improviso;

Permitirei que os meus pensamentos fluam para o papel livremente e deixo a esperança de que no fim consiga, mais uma vez, deixar aqui algo de positivo para que possamos cada vez mais desenvolver uma maior e melhor consciência ambiental. Nestes últimos dias estive na Alemanha a matar Saudades de velhos tempos, já tinha decidido que viajaria por esta altura para puder ir ao Festival Folk de Ingelheim. Ingelheim já se realiza à 34 anos, sendo o Festival mais antigo de toda a Alemanha,(isto foi o que me disseram).

Passei uns dias óptimos na companhia da minha filha, a minha eterna amiga, assim como outros amigos e conhecidos. Longe do stress, com muita gente simples e todos diferentes uns dos outros, sem preconceitos, sem muros. Já não é a primeira vez que vou ao Festival de Ingelheim, mas desta vez, talvez pelo facto de ser agora pai, e passar mais tempo acordado de dia do que à noite, estive mais atento às pessoas e ao local onde o Festival se realiza.

Reparei sobretudo, como durante os três dias de Festival o local se manteve impecavelmente limpo, incluindo casas de banho. Reparei ainda como as pessoas se preocupavam em deixar caminhos entre as tendas nas zonas de acampamento. Estes são sinais muito claros de uma mentalidade bem diferente daquela que encontramos na sociedade portuguesa. Mas antes de criticarmos, (mal genético dos portugueses), convém procurar as causas que levaram a essa diferença de mentalidade. Aqui tentarei apenas analisar as razões para a existência de uma maior consciência Ambiental.

É sabido que a sociedade alemã é talvez a sociedade na Europa mais consciente sobre as necessidades de preservar o meio ambiente. Aliás, essa consciência é bem visível na projecção que teve o partido dos Verdes desde a década de 70. Quem sabe os nossos ridículos “Verdes” pudessem tentar aprender alguma coisa com os verdes alemães e não se limitar a ficar na sombra do PCP que lá vai assegurando o tacho a alguns cómico-deputados que se intitulam de “Verdes”.

Convém lembrar que a consciência ambiental existente na Alemanha não é fruto do acaso, mas de um gigantesco processo de industrialização que a Alemanha viveu desde os anos 50. Recordo-me de histórias que ouvia, como o céu era cinzento em Ludwigshafen onde se encontra o complexo industrial da BASF e da inexistência de peixe no rio Reno. Quero com isto dizer apenas que a realidade vivida no passado recente levou a sociedade alemã a ganhar uma forte consciência ambiental, produto de um confronto directo com problemas ambientais que se arrastaram por muitos anos. Foi o confronto e a experiência que levou a Alemanha a ser hoje uma das referência a nível de politicas e tecnologias ambientais.

“Na década de 70 houve uma enorme consciencialização da sociedade alemã para a importância da preservação do ambiente.”

“Na década de 70 Portugal descobria a democracia.”

“Nos anos 70 na Alemanha falava-se de qualidade de vida e conservação.”

“Nos anos 70 em Portugal falava-se em reconstruir o pais que tinha sido entregue ao esquecimento.”

Pretendo apenas transmitir que em Portugal não existiu uma consciencialização da sociedade a nível ambiental porque também não existiu um enorme desenvolvimento industrial como noutros países. Nos anos 70 éramos sobretudo um país rural com algumas indústrias. É curioso como facilmente nos esquecemos da realidade existente no nosso país à coisa de 30 anos e exigimos ser uma sociedade moderna e desenvolvida como noutros países europeus.

Uma vez que o nosso processo de desenvolvimento se iniciou muito mais tarde é natural que nem todas as mudanças se possam suceder tão rapidamente como a de construção de infra-estruturas, principalmente a mudança de mentalidades que normalmente é a mais lenta de todas. É natural que o nível de consciência da sociedade portuguesa seja bem diferente do da Alemanha, Áustria, Suécia ou Holanda, afinal tivemos décadas de Ditadura. Devido ao atraso a que sofremos provocado pela história, a forma de atingir uma mudança de mentalidades em Portugal nunca se dará de uma forma, que poderá ser chamada de, natural.

Isto quer dizer que o processo de aprendizagem que Portugal enfrenta em relação às questões ambientais, não se pode dar pela experiência e contacto directo com problemas ambientais, mas sim pelo processo educativo. Apenas através da educação podemos ganhar terreno aos que já desenvolvem a sua consciência ambiental desde dos anos 50 e 60. Esta é a grande diferença entre a batalha pelo meio ambiente em países que foram e são altamente industrializados e países como Portugal onde nunca houve uma verdadeira revolução industrial.

É bom compreendermos que temos que fazer um enorme esforço no campo educativo para que possamos alterar alguns hábitos e mentalidades. Isto não se aplica apenas à consciência ambiental, mas também a uma maior consciência global sobre as responsabilidades de cada cidadão na sociedade, nomeadamente sobre a importância do contributo individual de todos nós.

terça-feira, julho 05, 2005

Erva da Semana III: Falta de Tempo

Esta semana, sinceramente não sei o que escrever. Não por falta de ideias e assunto mas por uma incrível falta de tempo para fazer as minhas deliciosas pesquisas, que tão bem fazem ao crescimento da minha "Erva da Semana".

Existem semanas assim, corremos, olhamos para o relógio, temos a agenda cheia de segunda a sexta e temos o fim-de-semana cheio de planos para coisas que não podemos fazer durante a semana. Foi um pouco assim esta última semana, não me deixando tempo nem tranquilidade para deixar crescer a "Erva da Semana". Esta correria faz-me lembrar uma aula na Universidade, sobre qualidade do Ambiente. Ouvimos e falamos muito sobre Resíduos, Energia, Água, Reciclagem, etc...e esquecemo-nos muitas vezes da qualidade de vida, ou visto por um outro prisma; esquecemo-nos muitas vezes de falar dos factores de stress que influenciam a qualidade Ambiental nas nossas vidas.

Talvez a verdade seja:

Ouvimos falar dos factores de Stress que influenciam as nossas vidas mas não olhamos para eles como um problema Ambiental.

Não falo de nada que vos seja desconhecido, tenciono apenas despertar uma pequena reflexão nos que leiam o artigo. Afinal, ouvimos constantemente falar de Hipertensão, Depressão, Hiperactividade (hoje um tema actual nas crianças), Dependências (droga, álcool, etc.), etc...etc... Não pretendo, estar aqui a nomear todas elas pois a lista seria enormíssima.

Pergunto eu;

Esta correria, esta dependência do tempo e do dinheiro, não é na verdade um forte factor de perturbação ambiental?

Esta questão, que parece ter uma resposta simples origina uma outra questão que seguramente não tem resposta simples.

Em quê e como devemos alterar os nossos hábitos quotidianos de forma a possibilitarmos a nós próprios uma diminuição dos factores de stress que nos afectam hoje em dia?

Não é minha intenção deixar aqui algum tipo de resposta para esta pergunta. Aliás existirão seguramente diversas respostas fruto de diferenças ideológicas, filosóficas, culturais, ou mesmo religiosas. O que me parece certo é que algumas das evoluções tecnológicas deveriam ter permitido uma evolução positiva em termos de qualidade de vida. Mais tempo disponível para a família, economia de energia, mais tempo de lazer, etc... Infelizmente verificamos que as recentes evoluções tecnológicas não têm permitido nos tornarmos mais independentes do tempo, e vou apenas dar um exemplo simples.

A Internet.

A Internet, em minha opinião foi sem dúvida uma das maiores evoluções que presenciamos nos últimos anos. A Internet permite-me estar sentado em casa, (ou no topo dos Himalaias), e enviar uma proposta técnico comercial para um cliente, ou enviar um fax para outra empresa, em e-mail, aceder a informação. Ou seja, em certas funções a Internet possibilita não haver necessidade de presença física num determinado lugar para desempenhar uma função. A Internet utilizada de forma ideal, possibilita poupar mais tempo e mais energia. Contudo, os nossos hábitos levam-nos a acordar mais cedo, ter menos tempo para os filhos, ter de correr por causa do transito, gastar energia no transporte até ao local de trabalho, etc... para chegarmos a um local, nos sentarmos e fazermos exactamente aquilo que podíamos fazer sentado em casa ou num banco de Jardim.

Não me alongarei mais esta semana por falta de tempo. Espero no entanto ter despertado de algum modo, a reflexão sobre os factores de stress do nosso quotidiano como factores fundamentais na definição da qualidade do Ambiente.

sexta-feira, julho 01, 2005

Curriculum Vitae

Europass

curriculum vitae

Informação pessoal

Apelido(s) - Nome(s)

Rocha, Pedro

Morada(s)

Rua Inácio Fernandes Barbosa-100, 4410-410 Arcozelo, Portugal

Telefone(s)

227532459

Telemóvel: 919023458

Fax(es)

Correio(s) electrónico(s)

Pedro.solariso@gmail.com

Nacionalidade(s)

Portuguesa

Data de nascimento

18/01/1976

Sexo

Masculino

Área de competência

Meio Ambiente

Experiência profissional

Datas

Desde 10/2003

Função ou cargo ocupado

Técnico Colaborador

Principais actividades e responsabilidades

Elaboração de propostas técnico comerciais,

Apoio técnico a clientes,

Coordenação de Ensaios e trabalhos de assistência técnica,

Apoio à gerência na prospecção de novas oportunidades, introdução de novos produtos

Nome e endereço do empregador

Amprotec, Lda, Av. 22 de Maio-nº 24 Sala 6, 2400-267 Leiria

Tipo de empresa ou sector

Representações de Tecnologias de Protecção Ambiental; www.huber.de

Datas

De 04/2003 até 05/2003

Função ou cargo ocupado

Ajudante

Principais actividades e responsabilidades

Auxilio nos trabalhos de construção civil

Nome e endereço do empregador

MAV GmbH - Alemanha

Tipo de empresa ou sector

Construção Civil

Datas

De 06/2002 até 03/2003

Função ou cargo ocupado

Técnico

Principais actividades e responsabilidades

Assistência externa a empresas;

- BASF (manuseamento de produtos químicos)

- Procter & Gamble (controlo de qualidade)

Nome e endereço do empregador

Team BS GmbH – Alemanha; www.teambs.de

Tipo de empresa ou sector

Trabalho Temporário

Datas

De 07/2000 até 10/2001

Função ou cargo ocupado

Assistente de projectos para as regiões de América Central e do Sul, e PALOP

Principais actividades e responsabilidades

Estabelecimento de parcerias para projecto;

Coordenação de trabalhos para concurso a projectos;

Planeamento de projecto;

Apoio logístico a projectos

Nome e endereço do empregador

Hydroplan GmbH , Prinz-Carl-Anlage 25, 67547 Worms, Alemanha; www.hydroplan.de

Tipo de empresa ou sector

Consultoria para projectos de desenvolvimento

Formação académica e profissional

Datas

De 1996 até 2000

Designação do certificado ou diploma atribuído

BSc. Environmental Pollution Science

Principais disciplinas/competências profissionais

Gestão e Protecção Ambiental

Estudos de Impacto Ambiental

Sistemas de Monitorização Ambiental

Nome e tipo da organização de ensino ou formação

Universidade de Glamorgan – Reino Unido; www.glam.ac.uk

Datas

De 09/1999 até 02/2000

Designação do certificado ou diploma atribuído

Programa Sócrates

Principais disciplinas/competências profissionais

Projecto Final de Curso:

Gestão de Resíduos Municipais, Aterros Sanitários e seu Impacto Ambiental.

estudo de características de lixíviados, águas superficiais, subterrâneas e respectivo impacto ambiental do aterro sanitário em Dylaki

Nome e tipo da organização de ensino ou formação

Universidade Politécnica de Worclaw – Polónia; www.pwr.wroc.pl/eng/main2.html

Datas

De 1993 até 1996

Designação do certificado ou diploma atribuído

Curso Técnico Profissional de Química

Principais disciplinas/competências profissionais

Biologia

Métodos Instrumentais Analíticos,

Tecnologia de processos químicos

Química

Nome e tipo da organização de ensino ou formação

Colégio Internato dos Carvalhos; www.cic.pt

Aptidões e competências pessoais

Língua(s) materna(s)

Português

Outra(s) língua(s)

Auto-avaliação

Compreender

Falar

Escrever

Nível europeu (*)

Compreensão oral

Leitura

Interacção oral

Produção oral

Inglês

Muito Boa

Muito Boa

Muito Boa

Muito Boa

Muito Boa

Alemão

Boa

Boa

Boa

Boa

Razoável

Espanhol

Muito Boa

Muito Boa

Muito Boa

Muito Boa

Boa

Aptidões e competências sociais

Espírito de equipa;

Fácil adaptabilidade a novas situações, fruto da experiência no estrangerio,

Boa comunicação, ganha pela permanente necessidade de comunicar com pessoas de diferentes culturas,

Aptidões e competências de organização

Boa capacidade de coordenação, pela experiência de coordenar trabalhos com pessoas de diferentes nacionalidades,

Aptidões e competências técnicas

Avaliação e decisão sobre melhor solução técnico-financeira, pela experiência adquirida na comercialização de tecnologias de protecção ambiental.

Planeamento estratégico, fruto da experiência adquirida na introdução de novos produtos no mercado.

Aptidões e competências informáticas

Bom conhecimento do Word, Excel, PowerPoint

Conhecimento Básico do MS Project

Aptidões e competências artísticas

Fotografia;

Carta(s) de condução

Categoria B

Informação adicional

05/2005 Seminário

Participação no I Encontro Internacional de Compostagem, promovido pela Universidade Católica Portuguesa-Escola Superior de Biotecnologia

Desde 06/2005 – Projecto Blog Ambiental – Solariso; www.solariso.blogspot.com

Comunidade Portuguesa de Ambientalistas
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